O mercado brasileiro de veículos novos registrou 488.420 emplacamentos em junho de 2026, crescimento de 18,96% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação a maio, quando foram contabilizadas 492.449 unidades, houve uma pequena redução de 0,82%.
No acumulado entre janeiro e junho, o país chegou a 2.715.403 veículos emplacados. No mesmo período de 2025, haviam sido registradas 2.340.564 unidades. O resultado representa uma alta de 16,01% e o melhor desempenho para um primeiro semestre desde 2011.
Os automóveis de passeio apresentaram um dos maiores crescimentos. Foram 212.902 unidades emplacadas em junho, avanço de 33,82% sobre as 159.096 registradas no mesmo mês do ano passado. No primeiro semestre, o segmento acumulou 1.086.444 veículos, alta de 23,67%.
Entre os comerciais leves, que incluem picapes e furgões, foram registrados 47.565 emplacamentos no mês, crescimento de 10,35% na comparação anual. Somados, automóveis e comerciais leves alcançaram 260.467 unidades em junho e 1.359.107 emplacamentos no semestre, alta acumulada de 20,11%.
As motocicletas também mantiveram desempenho positivo. O setor contabilizou 194.200 unidades em junho, número 8,28% superior ao registrado no mesmo período de 2025. Entre janeiro e junho, foram emplacadas 1.174.459 motocicletas, crescimento de 14,10%.
Caminhões e ônibus somaram 11.999 registros em junho, alta de 12,58% em relação ao mesmo mês do ano passado. Apesar da recuperação mensal, o acumulado do segmento pesado ainda apresenta queda de 9,09%, com 61.020 unidades emplacadas no primeiro semestre.
Entre todos os modelos, a Fiat Strada foi o veículo mais emplacado no país em junho, com 14.303 unidades. Na categoria de automóveis, a liderança ficou com o Volkswagen T-Cross, que teve 11.753 registros.
Na sequência do ranking de automóveis aparecem o Volkswagen Polo, com 10.939 unidades; Fiat Argo, com 9.831; Volkswagen Tera, com 9.289; e Chevrolet Onix, com 7.972 emplacamentos.
Entre os comerciais leves, depois da Strada, os modelos mais registrados foram Fiat Toro, com 4.202 unidades; Toyota Hilux, com 3.888; Volkswagen Saveiro, com 3.142; Chevrolet S10, com 2.964; e Ford Ranger, com 2.949.
No acumulado do primeiro semestre, o Volkswagen Polo lidera entre os automóveis, com 54.091 unidades, seguido pelo T-Cross, com 48.048, e pelo Fiat Argo, com 46.029. A Fiat Strada permanece na primeira posição entre os comerciais leves, com 83.032 veículos emplacados entre janeiro e junho.
A frota registrada em Fernandópolis chegou a 71.251 veículos em junho de 2026, segundo dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), divulgados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).
Em dezembro de 2025, o município possuía 70.256 veículos. Isso significa que, nos primeiros seis meses deste ano, a frota fernandopolense ganhou 995 veículos, crescimento acumulado de 1,42%.
Na comparação com junho de 2025, quando Fernandópolis tinha 69.297 veículos registrados, houve um aumento de 1.954 unidades em 12 meses, equivalente a uma alta de 2,82%. Os cálculos foram feitos com base nas planilhas mensais disponibilizadas oficialmente pela Senatran.
Os automóveis continuam representando a maior parcela da frota do município. Ao final de junho, Fernandópolis contabilizava:
- 34.055 automóveis;
- 14.339 motocicletas;
- 6.577 motonetas;
- 5.538 caminhonetes;
- 3.204 reboques;
- 2.339 camionetas;
- 1.639 caminhões;
- 720 utilitários;
- 589 caminhões-tratores;
- 267 ônibus.
Sozinhos, os automóveis representam aproximadamente 47,8% de toda a frota municipal. Já motocicletas e motonetas somam 20.916 unidades, correspondendo a cerca de 29,4% do total.
Entre dezembro de 2025 e junho deste ano, o maior crescimento em números absolutos ocorreu entre os automóveis, com 313 unidades adicionais. Na sequência aparecem as motocicletas, com aumento de 246 unidades, as caminhonetes, com 153, as motonetas, com 101, e os reboques, com 100 novos registros líquidos.
Por outro lado, a quantidade de caminhões caiu de 1.648 para 1.639 no mesmo período, uma redução de nove unidades. A frota de micro-ônibus passou de 99 para 97 veículos.
Grande São Paulo supera 16,4 milhões de veículos
Nos 39 municípios que formam a Região Metropolitana de São Paulo, conhecida como Grande São Paulo, a frota chegou a 16.411.903 veículos em junho de 2026. A composição territorial utilizada no levantamento segue a divisão oficial da região metropolitana apresentada pelo Governo do Estado.
Em dezembro de 2025, a Grande São Paulo possuía 16.174.078 veículos. Portanto, o crescimento acumulado no primeiro semestre foi de 237.825 unidades, alta de 1,47%.
Na comparação anual, a região ganhou 426.630 veículos. Em junho de 2025, eram 15.985.273 unidades, o que representa crescimento de 2,67% em 12 meses.
A capital paulista concentrava, sozinha, 10.093.021 veículos em junho, o equivalente a aproximadamente 61,5% de toda a frota da região metropolitana. Em dezembro de 2025, eram 9.965.676 veículos, enquanto em junho do ano passado o total era de 9.882.075.
O crescimento percentual registrado em Fernandópolis nos últimos 12 meses, de 2,82%, ficou ligeiramente acima do avanço observado na Grande São Paulo, que foi de 2,67%.